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Dra. Ana Letícia

Clareamento

Clareamento com dessensibilização antes, para o conforto durante.

A sensibilidade é o motivo número um pelo qual as pessoas interrompem um clareamento no meio. Ela é previsível, e por isso é tratada antes de começar, não depois que aparece.

4,8 em 40 avaliações no Google

Resposta na hora, a qualquer hora

Dra. Ana Letícia Magalhães sentada em poltrona, mão no rosto, sorrindo para a câmera

Você reconhece algum destes?

Este protocolo é para você se

  • Você já tentou clarear e parou por causa da sensibilidade
  • Seus dentes já são sensíveis ao frio no dia a dia
  • Você tem desgaste ou retração e teme piorar
  • Você usa placa de bruxismo e quer saber se dá para conciliar

Clareamento não é para todo mundo, e em alguns casos o certo é adiar. Isso também é resultado da avaliação.

Como o clareamento funciona (e por que sensibiliza)

O gel clareador libera oxigênio que atravessa o esmalte e quebra as moléculas de pigmento dentro do dente. Não é uma limpeza de superfície: a mudança acontece na estrutura interna.

Esse mesmo trânsito pelo esmalte é o que causa a sensibilidade: em geral temporária, mas suficiente para muita gente interromper o tratamento. É previsível. E o que é previsível se prepara.

O que o clareamento não faz: não muda a cor de restauração, faceta ou coroa; não resolve mancha de origem interna sem avaliação; e não clareia igualmente todos os dentes de todas as pessoas.

O que eu faço diferente

A dessensibilização vem antes. Aplicação prévia de agentes dessensibilizantes prepara o dente antes da primeira sessão, em vez de correr atrás quando a dor já apareceu. É o que permite chegar ao fim do protocolo.

Avaliação antes do gel. Cárie, retração, fratura e desgaste ativo mudam a indicação, e em alguns casos adiam o clareamento. Clarear sobre um problema não resolvido é caro e desconfortável.

A cor final é definida com você, com escala, e não pela expectativa de foto de rede social.

Se você aperta os dentes, isso entra na conversa: desgaste por atrito expõe camadas mais internas e muda tanto a sensibilidade quanto o resultado de cor.

Consultório, caseiro ou os dois

No consultório o gel é mais concentrado e a sessão é acompanhada. O meu protocolo são 3 sessões, com a dessensibilização feita antes da primeira, e não como socorro quando a dor aparece.

Caseiro usa moldeira personalizada e gel de menor concentração, usado por você em casa por um período. Costuma sensibilizar menos e exige constância.

Combinado é o que atende a maior parte dos casos: sessões de consultório com manutenção em casa.

Qual serve para você depende do grau de escurecimento, da sua sensibilidade e da sua rotina. Isso se decide na avaliação, não numa página.

Sem surpresa

Como é o protocolo

  1. Avaliação e registro de cor

    Exame do esmalte, da gengiva e das restaurações existentes, e registro da cor inicial com escala. Sem esse registro, o resultado no fim vira impressão.

  2. Limpeza e dessensibilização

    Remoção do que está na superfície e aplicação prévia de dessensibilizante. É o passo que costuma ser pulado e que decide se você chega ao fim.

  3. As 3 sessões

    Aplicação com proteção da gengiva, acompanhada, em três sessões de consultório. Um ponto de partida mais escuro pode pedir mais; você fica sabendo disso na avaliação, e não no meio do caminho.

  4. Manutenção e orientação

    Cuidados com pigmentação, o que evitar nos primeiros dias e como manter. E, se houver restauração à vista, a conversa sobre trocá-la para a cor nova.

Cadeira odontológica na sala de atendimento

Sobre valores

O que faz o valor variar

Cada boca é uma boca, e por isso não existe um preço de tabela honesto para publicar aqui. O que existe é o que muda o cálculo:

  • Se o protocolo é de consultório, caseiro ou combinado
  • Se o seu ponto de partida exige mais que as 3 sessões do protocolo
  • Se há limpeza ou tratamento necessário antes de começar
  • Se restaurações à vista vão precisar de troca para acompanhar a cor nova

O valor exato eu respondo na hora, pelo WhatsApp, a qualquer hora do dia.

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Perguntas frequentes

Clareamento estraga o esmalte?

Feito com produto adequado, na concentração certa e com acompanhamento, não. O que causa dano é uso indiscriminado, produto sem procedência e repetição sem intervalo, que é justamente o cenário do clareamento feito por conta própria.

Vai doer?

Alguma sensibilidade é comum e temporária. A dessensibilização prévia é exatamente o que reduz isso, e se aparecer durante, há manejo. O que não é normal é dor forte e persistente: isso é sinal de reavaliar.

Quanto tempo dura o resultado?

Em geral, de um a três anos, dependendo muito da sua alimentação e de hábitos como café e cigarro. A manutenção periódica prolonga bastante.

Minha restauração vai clarear junto?

Não. Resina, porcelana e coroa mantêm a cor. Por isso, se você tem restauração visível, a conversa sobre trocá-la depois do clareamento faz parte do plano desde o começo, e não é uma surpresa no fim.

Posso clarear usando placa de bruxismo?

Pode, e é comum. A moldeira do clareamento caseiro é diferente da placa e o uso é conciliado. Isso se organiza na avaliação.

E aquelas fitas e produtos de farmácia?

Concentração baixa e aplicação sem controle costumam dar resultado irregular, e sem avaliação você pode estar clareando sobre uma cárie ou uma retração. Se for tentar, ao menos passe por uma avaliação antes.

Resposta na hora

Ainda com dúvida se é o seu caso?

Mande uma mensagem contando o que você está sentindo. A resposta vem na hora, a qualquer hora do dia, com horários reais. Você decide depois.

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