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Dra. Ana Letícia

Reabilitação

Refazer a mesma restauração cansa. Vale descobrir por que ela cai.

Dente quebra por um motivo, e quase nunca é o material que falhou. Quando a mesma restauração solta pela segunda vez, o problema mudou de lugar: não está mais no dente, está na força que age sobre ele. É por isso que eu olho a mordida antes de escolher o que fazer.

4,8 em 40 avaliações no Google

Resposta na hora, a qualquer hora

Dra. Ana Letícia Magalhães, de blazer, olhando para a câmera

Você reconhece algum destes?

Você reconhece alguma destas situações?

  • Restauração que já soltou mais de uma vez no mesmo dente
  • Pedaço do dente que lascou sem pancada nenhuma
  • Dente tratado de canal esperando coroa há meses, ou anos
  • Prótese que solta, gira ou incomoda ao mastigar
  • Comida que fica presa sempre no mesmo lugar
  • Dente que escureceu depois do tratamento de canal

Nenhuma dessas situações se resolve sozinha, e quase todas ficam mais caras de resolver com o tempo. A avaliação serve para separar o que é urgente do que pode esperar.

Por que a mesma restauração cai duas vezes

Quando um reparo falha uma vez, pode ter sido o reparo. Quando falha de novo, no mesmo dente, o que sobrou de explicação costuma ser a carga: a força com que os dentes se encontram quando você mastiga, engole e, principalmente, quando aperta durante o sono.

Resina e cerâmica são resistentes dentro de um limite. Fora dele, elas trincam, descolam ou levam junto um pedaço do dente. Refazer sem mudar a carga é refazer para perder de novo, com menos estrutura sobrando a cada vez.

É aqui que a minha formação muda a conduta. Sou especialista em DTM e dor orofacial, e isso é, na prática, o estudo de como a mandíbula se move e de como os dentes se encontram. O mesmo olhar que investiga uma dor na articulação é o que descobre por que um dente específico está recebendo mais força do que deveria. Se houver bruxismo ou desgaste por trás, eles entram no plano antes da reconstrução, não depois.

Dente tratado de canal não está pronto: está aberto

O tratamento de canal resolve a infecção e tira a dor. Ele não devolve resistência. O dente fica sem a polpa que o nutria, com bastante estrutura removida por dentro, e passa a trincar com facilidade.

Enquanto ele espera pela reabilitação, dois riscos correm juntos: a fratura, que muitas vezes é vertical e condena o dente à extração, e a reinfecção pela infiltração do material provisório.

Não é urgência de pronto-socorro, e também não é algo para deixar para o ano que vem. Um dente que fratura na raiz sai de "precisa de coroa" para "precisa de implante" sem aviso, e essa é uma das perdas mais evitáveis que eu vejo no consultório.

O plano sai por escrito, e por prioridade

Toda avaliação termina com um plano no papel: o que precisa ser feito agora, o que pode esperar, quais materiais eu escolhi e o motivo técnico de cada escolha.

Isso existe por um motivo simples. Quando alguém chega com quatro ou cinco coisas para resolver, a pergunta real não é "quanto custa tudo", é "por onde eu começo, e o que acontece se eu esperar no resto". Um plano por prioridade responde as duas, e você decide com informação em vez de decidir no susto.

A documentação fotográfica entra na mesma consulta. É ela que permite comparar daqui a um ano se o problema avançou ou parou, em vez de confiar na memória.

O que não tem aqui, e como eu resolvo

O consultório não tem aparelho de raio-X nem escâner intraoral. Quando o seu caso precisa de imagem, e casos de canal e de fratura quase sempre precisam, eu faço o pedido padronizado e oriento o agendamento em um centro de radiologia perto da Savassi. O laudo chega antes do seu retorno, e o plano é montado com ele em mãos.

Prefiro dizer isso na primeira conversa a deixar você descobrir na cadeira. Nenhum encaminhamento meu tem qualquer tipo de retorno financeiro, em nenhum sentido: é o que o Código de Ética determina, e é o que mantém a indicação honesta.

Sem surpresa

Como funciona, do primeiro contato ao retorno

  1. Avaliação completa

    Conversa sobre o histórico, exame clínico de todos os dentes e da mordida, e fotografia intraoral e extraoral. Se precisar de imagem, o pedido sai na hora.

  2. Plano por escrito

    O que é urgente, o que pode esperar, os materiais e o porquê de cada escolha. Você leva o documento e decide sem pressa.

  3. Tratamento na ordem combinada

    Restaurações, reconstrução do dente de canal, coroa ou prótese. Havendo sobrecarga, o controle dela entra antes, para o trabalho novo durar.

  4. Manutenção programada

    O próximo retorno sai marcado da cadeira. Na revisão eu confiro as restaurações, a mordida e o desgaste, que é quando ainda dá para corrigir barato.

Bandeja com instrumentos organizados e modelo de arcada

Sobre valores

O que faz o valor variar

Cada boca é uma boca, e por isso não existe um preço de tabela honesto para publicar aqui. O que existe é o que muda o cálculo:

  • Quantos dentes estão envolvidos, e quanto de estrutura sobrou em cada um
  • Se o caso pede exame de imagem no centro parceiro antes do plano
  • Se existe sobrecarga a controlar antes da reconstrução, o que muda a ordem do tratamento
  • O material indicado para o caso, que nem sempre é o mais caro nem o mais barato
  • Quantas sessões o tratamento leva, porque o tempo de cadeira é o custo real

O valor exato eu respondo na hora, pelo WhatsApp, a qualquer hora do dia.

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Perguntas frequentes

Quebrei um pedaço do dente e não está doendo. Posso esperar?

Ausência de dor não significa ausência de problema. Fratura sem dor costuma ser fratura que ainda não chegou na polpa, e o intervalo entre lascar e doer é exatamente a janela em que o reparo é mais simples e conservador.

Fiz canal e me falaram em coroa. É sempre necessário?

Nem sempre, e a resposta depende de quanta parede sadia sobrou no dente. Em alguns casos uma restauração bem planejada resolve; em outros, sem a coroa o dente fratura. Só o exame clínico com a imagem em mãos separa os dois.

Minha restauração cai toda hora. O problema é a resina?

Raramente. Material que falha repetidamente no mesmo dente costuma estar recebendo mais carga do que aguenta. Antes de trocar de material, vale descobrir de onde vem essa força, que é o que eu investigo na avaliação.

Isso tem a ver com eu ranger os dentes à noite?

Muito provavelmente tem. Quem aperta ou range é o mesmo paciente que trinca restauração, lasca borda e solta prótese. Vale ler bruxismo e, se houver dor ou estalo, DTM e dor orofacial.

Você atende por convênio?

O atendimento é particular. Eu prefiro dizer isso logo, porque o tempo de cadeira que esse tipo de caso pede não cabe na tabela de convênio sem cortar etapa, e a etapa que se corta costuma ser a do planejamento.

Resposta na hora

Ainda com dúvida se é o seu caso?

Mande uma mensagem contando o que você está sentindo. A resposta vem na hora, a qualquer hora do dia, com horários reais. Você decide depois.

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